O único vegetal que realmente combate a demência

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Pare de seguir conselhos insossos. Coma vegetais.

Todos nós ouvimos isso. Coma suas verduras. Parece uma palestra de 2012, mas os dados não se importam com o quão chata a recomendação parece. Os alimentos vegetais são repletos de vitaminas, minerais e compostos que ajudam todos os sistemas do corpo, incluindo o interior do crânio.

Uma nova análise massiva examinou esta conexão específica. Nem um pequeno olhar. Um verdadeiro mergulho profundo na ligação entre produção e poder cerebral. E houve um vencedor. Não muitos. Um tipo específico de vegetal destacou-se como o maior protetor contra o declínio cognitivo.

Qual é o tamanho deste estudo?

Enorme.

Os pesquisadores rastrearam dados de mais de 180.000 adultos nos EUA e no Reino Unido. Não eram apenas pessoas que apareceram em uma clínica. Os participantes tinham 45 anos ou mais, não apresentavam demência quando os dados começaram e foram acompanhados por sete a treze anos. É muito tempo para esperar que alguém esqueça as chaves ou o nome.

Para ter certeza de que os resultados não foram um acaso, a equipe combinou suas descobertas com 13 estudos anteriores. Isso faz com que o número total de pessoas analisadas ultrapasse 220 mil. É difícil argumentar contra um tamanho de amostra tão grande.

Os números não mentem

Em comparação com as pessoas que mal tocaram em frutas ou vegetais, aqueles que encheram os pratos viram uma queda de cerca de 20% no risco de demência.

Se você dividir os dados, eles ficarão ainda mais granulares:

  • Mais vegetais significam 13% menos risco.
  • Mais frutas significam 10% menos risco.

Boas estatísticas. Mas os pesquisadores queriam os detalhes. Eles dividiram a comida por subgrupo para ver exatamente quais itens estavam fazendo o trabalho pesado.

Folhas verdes levam a coroa

Dos sete subgrupos estudados, apenas os vegetais de folhas verdes apresentaram um efeito de escudo estatisticamente significativo.

Espinafre. Couve. Acelga suíça. Couve. Rúcula. Romaine. Bok choy.

Para cada porção diária extra dessas verduras, as pessoas tiveram um risco 18% menor de demência.

Não é exatamente mágico. As folhas verdes são densas em substâncias que protegem o cérebro. Vitamina K. Folato. Luteína. Betacaroteno. Nitratos. Polifenóis. Trabalhos anteriores já associavam estes verdes a um envelhecimento cognitivo mais lento, pelo que estes novos dados apenas reforçam a teoria. Seu cérebro gosta dessas coisas. Por que? Você deveria tentar comer mais.

A descoberta não surpreende os especialistas, mas vale a pena repetir para quem foge do corredor das saladas.

Coma-os de verdade (sem chorar)

Sabemos que as saladas são ótimas. Também sabemos que a maioria de nós odeia ficar diante de uma tigela de alface seca todas as noites. Existem outras maneiras.

  • Misture-os: Misture um punhado de espinafre ou couve em um smoothie. Você não sentirá o gosto, mas seu cérebro apreciará o volume.
  • Troque a base: Use rúcula ou couve massageada como “arroz”. Coloque sua proteína por cima. Feito.
  • Mexa: As verduras murcham em segundos. Coloque-os em sopas, molhos de ovos ou tigelas de grãos no último minuto de cozimento.
  • Esconda-se à vista de todos: Coloque sacos pré-lavados na altura dos olhos na geladeira. Se você ver, você pode usá-lo. Se estiver enterrado nos fundos, você pedirá pizza.
  • Hackear restaurantes: Peça uma salada. Ou peça verduras extras em vez dos acompanhamentos ricos em amido que eles sempre colocam em você.

O que você deve fazer agora?

Cinco porções por dia é a meta padrão. Apontar para mais. Embora todas as frutas e vegetais sejam bons, essas verduras recebem o passe VIP para memória de longo prazo.

Coma a maçã se quiser. Combine com queijo. Ninguém está impedindo você. Mas se você está procurando o maior ROI para a saúde do seu cérebro, as folhas verdes são a escolha certa. Adicione-os à sua rotina matinal. Coloque-os em seu jantar. Não se trata de ser perfeito.

Trata-se apenas de manter o cérebro afiado.