A psoríase é uma doença autoimune crônica que afeta cerca de 7,5 milhões de americanos. Ela se manifesta como manchas inflamadas e escamosas na pele, comumente encontradas nos cotovelos, joelhos, couro cabeludo e outras áreas. Embora não seja contagiosa, a psoríase tem um impacto significativo na qualidade de vida e está associada a vários outros riscos para a saúde. Este artigo detalha a condição, seus tipos, gatilhos e como ela é gerenciada.
O que causa a psoríase?
A psoríase ocorre quando o sistema imunológico ataca erroneamente as células saudáveis da pele, acelerando seu crescimento. Essa rápida renovação cria as características placas espessas e descoloridas. A genética desempenha um papel significativo – ter um histórico familiar aumenta o risco – mas os fatores ambientais muitas vezes desencadeiam crises.
Por que é importante: As doenças autoimunes estão aumentando globalmente, provavelmente devido a uma combinação de genética, estilo de vida e exposições ambientais. A psoríase é um exemplo visível de como a disfunção imunológica afeta a vida diária.
Tipos de psoríase
A psoríase apresenta-se de diversas formas, cada uma com sintomas únicos:
- Psoríase em placas (Psoríase vulgar): O tipo mais comum, caracterizado por placas escamosas e elevadas.
- Psoríase gutata: Frequentemente desencadeada por infecções estreptocócicas, apresentando-se como pequenas lesões em forma de gota.
- Psoríase Inversa: Afeta as dobras da pele (axilas, virilha), causando manchas lisas e inflamadas.
- Psoríase pustulosa: Apresenta bolhas cheias de pus, potencialmente acompanhadas de sintomas sistêmicos como febre.
- Psoríase Eritrodérmica: Uma forma rara, mas grave, com vermelhidão generalizada e descamação da pele.
- Psoríase ungueal: Afeta as unhas das mãos e dos pés, causando corrosão, descoloração ou separação do leito ungueal.
Sintomas Comuns
Os sintomas da psoríase variam, mas incluem:
- Manchas vermelhas e escamosas (geralmente prateadas na pele mais clara, cinza na pele mais escura)
- Coceira, queimação ou dor
- Pele seca e rachada que pode sangrar
- Unhas espessadas, esburacadas ou descoloridas
A gravidade dos sintomas flutua; períodos de crises alternam com períodos de remissão.
Gatilhos e Fatores de Risco
Vários fatores podem piorar a psoríase:
- Estresse: Um importante gatilho, exacerbando a inflamação.
- Tempo frio: O ar seco intensifica o ressecamento e as erupções da pele.
- Lesões na pele: Cortes, arranhões ou até mesmo queimaduras solares podem desencadear surtos.
- Infecções: Strep garganta é um gatilho comum para psoríase gutata.
- Medicamentos: Betabloqueadores e lítio podem piorar os sintomas.
- Estilo de vida: Fumar, álcool em excesso e obesidade aumentam o risco.
- Dieta: Algumas pessoas encontram alívio reduzindo a ingestão de vegetais de erva-moura ou glúten.
Diagnóstico e Tratamento
O diagnóstico geralmente envolve um exame físico realizado por um dermatologista. Uma biópsia de pele pode confirmar a condição. Os tratamentos variam de cremes tópicos e fototerapia a medicamentos sistêmicos, como produtos biológicos (que suprimem o sistema imunológico). Atualmente não há cura, mas é possível um tratamento eficaz.
Por que é importante: A psoríase é frequentemente subtratada em pessoas de cor, potencialmente devido a atrasos no diagnóstico e preconceitos sistémicos nos cuidados de saúde. A intervenção precoce melhora os resultados.
Riscos para a saúde a longo prazo
A psoríase aumenta o risco de:
- Síndrome Metabólica: Incluindo diabetes, doenças cardíacas e obesidade.
- Artrite Psoriática: Afetando as articulações.
- Problemas de saúde mental: Depressão e ansiedade são comuns devido a sintomas crônicos e estigma social.
Vivendo com Psoríase
Embora não haja prevenção, as mudanças no estilo de vida podem reduzir os surtos:
Hidrate diariamente.
* Gerencie o estresse por meio de atenção plena ou terapia.
* Limite o álcool e o fumo.
* Mantenha um peso saudável.
Busque exposição solar com moderação (com orientação médica).
A psoríase é uma doença que dura a vida toda, mas com cuidados adequados pode ser controlada de forma eficaz, melhorando a qualidade de vida e minimizando os riscos para a saúde a longo prazo.
Isenção de responsabilidade: Este artigo fornece informações gerais e não deve substituir o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um médico para diagnóstico e tratamento.



















